Oliver Mtukudzi visit artist website
Nascido aos 22 de Setembro de 1952 no Zimbábue, Oliver “Tuku” Mtukudzi infunde a sua música muito dançante, com letras socialmente conscientes que promovem a responsabilidade individual, a humildade e sencibilidade para o ambiente, além de documentar as suas experiências pessoais com a epidemia de AIDS Africano. Musicalmente, Mtukudzi, mistura sons musicais como Chimurenga, Jit e Mbira.
Mtukudzi cresceu o mais velho de sete filhos de uma família musical. Seus pais conheceram-se numa competição de coro da igreja e de acordo com uma entrevista da Conteporary Musician com Mtukudzi, “nunca pararam de competir. Eles cantavam e nos pediam para decidir quem foi o vencedor”. Embora nao houvesse rádio em sua casa, ele reivindica uma familiaridade precoce com música de artistas como Otis Redding (com quem é frequentemente comparada), Wilson Picket, The Who, e Deep Purple. Quando seu pai morreu, Mtukudzi assumiu o papel de provedor da família.
Mtukudzi tem sido um pilar na cena pop de seu país natal desde os meados da década de 1970. Depois do lançamento do seu primeiro single, Stop Before Go (também traduzido as Stop After Orange) em 1975, ele juntou-se ao The Wagon Wheels, um grupo que também contou com Zimbábue superstar Thomas Mapfumo. De Mapfumo, pediu por emprestimo o chimurenga, que traduz aproximadamente como “luta de libertação” um termo que descreve o assunto da música, em vez de um estilo musical.
Depois de deixar os The Wagon Wheels, Mtukudzi formou a banda Black Spirits e começou a escrever canções. Muitas destas composições expressavam os problemas que muitos enfrentavam como jovens, como por exemplo nao conseguir emprego por causa da raça. O primeiro single em 1979 Dzandimomotera foi ouro. No ano seguinte, Zimbábue declarou a sua independência e Mtukudzi comemorou o evento com o álbum a solo Africa, que contem os singles Zimbábue e Mazongonyedze. Ele passou a lançar dois álbuns por ano nos proximos 17 anos.
Mtukudzi ao misturar o estilo musical tradicional e o estilo musical moderno com letras significativas, tornou-se o maior artistas com maior vendas de álbuns no Zimbábue e uma força musical a ser reconhecida por todo continente Africano, Europa e agora nos Estados Unidos.
O aumento de interesse do ocidente na música mundial levou Mtukudzi a fazer uma turnê extensiva fora do Zimbábue durante os finais dos anos 1990 e início dos anos 2000. Numa dessas turnês, Mtukudzi uniu-se com o musicólogo Afro-Americano Taj Mahal, juntamente com Baaba Maal e Toumani Diabate. Em 1998 ele lançou o álbum Tuku Music, que inclui encarte escrito por Bonnie Raitt. Nhava foi a sua gravação de estréia na produtora Americana Heads Up, lançado em 2005. O título do álbum traduz-se aproximadamente como “bolsa de transporte”.
Mtukudzi também tem sido capaz de traduzir o seu sucesso musical em uma carreira no cinema, co-estrelando em tais produções cinematográficas de Zimbábue como Jit.
Em meados de 1990, Mtukudzi escreveu e dirigiu o musical Was My Child (Situação dos meninos de rua). Além de seu trabalho como ator, Mtukudzi apareceu em documentários musicais diversos, incluido os filmes da BBC Under African Skies e The Soul of Mbira. Ele também contribuiu com música para mais de 20 documentários sobre SIDA.
Audiência a assistir a um concerto de Mtukudzi e Black Spirits deve antecipar a imersão na música Zimbabuena. “Se você nunca esteve no Zimbábue, aqui está a oportunidade de visitar o meu país”. Disse ele a uma entrevista com a Conteporary Musicians.
Ronny Jordan visit artist website
Ronny Jordan, nascido Ronald Laurence Albert Simpson em 29 de Novembro de 1962 em Londres, Inglaterra é um guitarrista na vanguarda do movimento acid jazz, no final do século XX.
Ele ganhou notoriedade após ser apresentado na tour de force de Guru, Jazzmatazz, Vol.1, que teve lançamento em 1993. Jordan também é um dos artistas na qual as suas gravações sao apresentadas em Stolen Moments – uma coletânea lançada em 1994, para beneficiar a Organização “Red Hot”.
Desde o lançamento do album Antidote de 1992, as gravações de Jordan tem sido um pilar de uma série de paradas da Billboard. Jordan também foi o destinatário de uma enorme quantidade de prêmios como The Mobo “Prêmio de Melhor Artista de Jazz”, bem como Gibson Guitar “Prêmio de Melhor Guitarrista de Jazz”. O lançamento de seu album em 2000 A Brighter Day, foi nomeado para um prêmio na categoria de Melhor Album de Jazz Contemporâneo.
Wyza visit artist website
Wyza nasceu no Uíge, um cantor e compositor que está a apresentar ao mundo e Angola um ritmo que é praticamente desconhecido em seu próprio país.
Em 1984 como muitos de seus compatriotas, Wyza de 25 Anos, fugiu da guerra em sua província natal e veio para Luanda com sua mãe carregando uma pequena bagagem de mão com seus pertences pessoais. Mesmo assim, eles também levavam um outro tipo de bagagem nos seus corações e nas suas mentes, muito maior e muito mais valiosa: trouxeram com eles um sentimento de amor e saudade da terra que deixaram para trás, assim como a memória da música e costumes religiosos de seu povo.
O Jovem João Sildes Bunga, como era conhecido, herdou a sua paixão pela música de sua mãe, Elisa Bunga, que fez e tocou o kissange, um instrumento tradicional angolano. Em Luanda, Wyza trabalhou como varredor e sozinho nas ruas ele aprendeu a tocar violão que ganhou de um bondoso homem que o ouviu a cantar. Em casa ele cantava e escrevia músicas com a Dona Elisa, sua mãe e sócia que o encorajou os seus esforços.
Wyza ainda trabalhou arduamente, mas, apesar da rotina diária de ganhar a vida, por muitos anos, Joao Sildes pegava no seu violão assim que chegava em casa e escrevia e ensaiava as suas músicas - sempre a cantar em Kikongo.
Algum tempo depois, Wyza escreveu Mpasi, uma canção cujo título em Kikongo significa “sofrimento”, o que spontaneamente capturou as ondas das rádios de Luanda. João Sildes Bunga, tornou-se WYZA quando conheceu o músico e produtor Joao Alexandre que o convidou a gravar o disco intitulado Kintsoma. Mas o álbum não
correu de maneira como se esperava. Mas mesmo assim, Paulo Flores reconheceu o grande talento de Wiza e o convidou para abrir um dos seus shows. Desde então, Wyza tem desempenhado um papel ativo em seus projetos musicais.
Wyza começou a trabalhar na Maianga Produções e foi isso que permitiu-lhe ganhar o seu primeiro conhecimento técnico da estrutura e funcionamento de um estúdio de gravação. Os diretores da Maianga produções deram ao Wyza um novo violão e pagaram um curso onde ele aprendeu a trabalhar com sistemas de protocolo e tornou-se um técnico de estúdio. O investimento valeu a pena e assim começou a ajudar os produtores de renome a “caçar” novos discos e teve a sua primeira chance em um estúdio para participar numa música importante do CD de Paulo Flores Xé Povo. O resultado do seu trabalho e reconhecimento do seu talento despertou o interesse da gravadora e levou a decisão para produzir os seus discos a solo, África Yaya e Bakongo.
Lenine visit artist website
Cantor, compositor e produtor pernambucano, Lenine, cujo nome de registro é Osvaldo Lenine Macedo Pimentel, nasceu em Recife no dia 2 de fevereiro de 1959. Aqueles que escutam as músicas de Lenine hoje não imaginam que a primeira influência musical do cantor foi o rock, bem diferente da MPB misturada com o regionalismo que formam a essência de seu som.
No ano de 1978, Lenine mudou-se para o Rio de Janeiro, o que deveria ser apenas provisório, um ou dois anos, para passar um tempo com seu filho que acabara de nascer. Estando na capital carioca, ele resolveu participar de um dos muitos festivais de música que lá existiam. Inscreveu a música de própria autoria “Prova de Fogo” no Festival MPB Shell de 1981.
Neste momento o seu interesse por uma carreira musical realçara e logo depois, em 1983, lançou seu primeiro LP chamado “Baque Solto”. Quase uma década se passa e Lenine lança o segundo disco, em parceria com o percussionista Marcos Suzano, chamado “Olho de Peixe”.
O primeiro disco solo, lançado pela gravadora BMG em 1997, chamou-se “O Dia Em Que Faremos Contato” e ganhou dois prêmios Sharp, um na categoria Revelação e outro como “Melhor Canção” pela música “A Ponte”, composta em conjunto com Lula Queiroga. Este disco foi considerado um marco na MPB, pela mistura de ritmos inovadora que Lenine realizava.
O ano de 1999 foi marcado por dois acontecimentos muito importantes para a carreira do pernambucano: um show em Paris, na Cité de La Musique, abrindo as partas para ele na
Europa, e o lançamento do álbum “Na Pressão”, que recebeu o prêmio APCA como Melhor Álbum de Música Popular.
Em 2000 e 2001 Lenine experimentou algo novo, dirigiu o núcleo musical do filme “Caramuru – A Invenção do Brasil” e do espetáculo “Cambaio”. No outro ano, voltando ao seu posto de compositor e cantor, gravou o disco “Falange Canibal”, recebendo mais um prêmio, desta vez do Grammy Latino e pela categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo.
Lenine lançou um CD e DVD ao vivo, em 2004, gravado em Paris, faturando prêmios no Grammy Latino e no Prêmio Tim de Música. No próximo ano, atacou de produtor com os CDs “Segundo”, de Maria Rita, e “De Uns Tempos Pra Cá”, de Chico César, um de seus grandes parceiros na música.
Em 2006, o “Acústico MTV – Lenine” chega às lojas e conquista um Grammy Latino novamente na categoria Melhor CD Pop Contemporâneo. Nos próximos anos produziu mais alguns álbuns de outros artistas, voltando a lançar um disco de inéditas apenas em 2008, que levou o título “Labiata”.
Blick Bassy visit artist website
Blick Bassy é a mais nova voz “soul” dos Camarões – Soul, no sentido da voz que vem de dentro. De acordo a Bassy, a alma da sua música não está tanto nas palavras mas da maneira que ele canta.
No seu álbum Léman, o cantor/compositor/guitarrista/percussionista conecta a música da África Central e Ocidental e mistura com bossa nova, jazz e soul.
Léman é o primeiro trabalho discográfico a solo de Bassy como também o primeiro trabalho para a produtora World Connection . “Léman significa espelho, e para mim um espelho é um reflexo do que somos”. O álbum é sobre o meu passado e sobre ser Africano, por isso canto em Bassa que é uma das 260 linguas Camaronesas que poucas crianças sabem falar”.
Bassy nasceu nos Camarões em 1974 com vinte irmãos na capital de Camarões, Yaoundé, onde pessoas de toda a parte do país se reúnem e a a lingua oficial são o Françês e o Inglês.
Com 10 anos de idade, Bassy, que significa “povo da terra” foi viver com os avós por dois anos in Mintaba, uma pequena vila situada no centro de Camarões. Foram os avós que o iniciaram nos custumes tradicionais e cultura, e também o treinaram como caçador, pescador e agricultor e também foi educado nas suas músicas tradicionais. Em Mintaba, as pessoas cantam mais do que falam, a mae de Bassy cantava desde manha até de noite, e foi ela que o ensinou a cantar. Quando voltou para casa dos pais, Bassy ouvia Marvin Gaye, Gilberto Gil e Nat King Cole.
Blick Bassy começou a sua primeira banda, Jazz Crew, quando ele tinha 17 anos. Tocando uma fusão de melodias africanas, jazz e bossa nova, Jazz Crew rapidamente começou a ser o grupo mais procurado da cidade. Em 1996, Bassy formou uma nova banda de nome Macase. Durante quase 10 anos de sucesso, Macase lançou dois álbuns aclamados, Etam (1999) and Doulou (2003), como também ganharam vários prêmios nacionais e internacionais, incluindo o Prêmio RFI para Música do Mundo (2001) Prêmio MASA de Melhor Grupo (2001) Prêmios KORA de Novo Grupo Africano (2003), e Prêmio CICIBA (2003).
Em 2005, Bassy decide deixar os Macase e muda-se para Paris onde começa a trabalhar com Manu Dibango, Cheick Tidiane Seck, Lokua Kanza and Etienne Mbappé. Poucos anos depois, Bassy assina um contrato com a produtora World Connection aonde tem a chance de trabalhar no seu álbun a solo, Léman.
Nanutu visit artist website
António Manuel Fernandes “Nanutu” nasceu em Luanda em 1967. Começou a dar os primeiros passos na música aos nove anos de idade, tocando blues e rock, na altura como baterista. Mais tarde como saxofonista, integrou o conjunto musical Fapla-Povo, com David Zé, Artur Nunes e Urbano de Castro, ambos já falecidos e teve uma passagem pelo agrupamento Os Merengues com Carlitos Viera Dias, Joãozinho Morgado, Nando Tambarino, Zé Keno, etc.
Em 1992, partiu para Portugal onde aperfeiçoou o seu talento na música instrumental, com artistas de grande referência internacional como Cesária Évora, Bana, Tito Paris, Ildo Lobo, Rão Kiao, Thierry Fanfant (Antilhas), Boy G. Mendes, Paulo Flores, Luís Represas, Compai Segundo (Cuba), entre outros.
Participou já em vários espectáculos, com destaque: Fenacult , Top dos Mais Queridos e Prémio TVC Coqueiros (Angola), Casa 70, Baía das Gatas e Festival da Gâmboa (Cabo Verde), Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Casino Estoril, Centro Cultural de Bélem, Coliseu dos Recreios (Portugal), Festival Atlântida Zenith (França), Festival Kizomba (Brasil), Teatro Nacional Havana (Cuba) etc.
O Nanutu disfruta de quatro álbuns no mercado: “Kizofado” (2000), “Luandei” (2002), “Bisa” (2005) e “Ximbika” (2009). Ximbika é um disco de qualidade e uma dinâmica nova, produzido totalmente na vertente instrumental. O álbum contém onze temas e vai servir para homenagear os pescadores e o agrupamento “Os Merengues” em especial Nando Tambarino (falecido).
Freshly Ground visit artist website
Freshlyground é uma banda que incorpora elementos da música tradicional do Sul de África, como kwela Africano e folk, blues e jazz, bem como características de indie rock. São a primeira Banda Sul-Africana a receber um MTV Europe music award para best African act. Chegam a Luanda com um CD recém-lancado e com a sua mistura de kwela Afro-beat, folk, funk, rock and soul. Os Freshlyground, vão estar presentes na abertura do Mundial de Futebol da FIFA em Junho, onde vão dividir o palco com Shakira.
Filipe Mukenga visit artist website
Filipe Mukenga é um dos cantores mais populares em Angola. Este compositor conhecido pela sua grande sensibilidade musical escreveu a mais popular das canções angolanas “Humbi Hummbi”. Esteve também envolvido na escrita de canções sobre a paz de Angola na década de 1990. Recentemente e mais concretamente em Janeiro deste ano, Mukenga, compôs para Campeonato Africano de Futebol o hino oficial do torneio: "País do Futuro".
340ml visit artist website
Embora radicados na África do Sul, 340ml mantém as raízes musicais da terra onde cresceram: Moçambique. Descrevem a sua música como “Southern African contemporary sounds”. Os 4 elementos da banda trabalharam arduamente para fundir o Dub, o Reggae, o Rock e a Marrabenta e criar uma sonoridade completamente diferente.
Chucho Valdes And The Afro-Cuban Messengers visit artist website
Chucho Valdês é um decano do piano Cubano com 83 álbuns gravados e vencedor de sete Grammys. Foi também quem fundou a banda Cubana Irakere, tendo seguido as pegadas do seu pai, Bebo Valdês, também ele pianista. O pianista de 68 anos estará em Angola com um dos seus muito grupos Chucho Valdés and The Afro-Cuban Messengers; com a sua irmã e vocalista Mayra Caridad Valdés, o baixista Lázaro Rivero Alarcón, o baterista Juan Carlos Rojas Castro, o percussionista Yaroldy Abreu Robles, o tocador de bata Dreiser Durruthy Bambolé, o saxofonista Carlos Manuel Miyares Hernandez e o trompetista Reinaldo Melián Álvarez. O estilo musical da banda inspirado na rumba, será certamente do agrado de todos.
Waldemar Bastos visit artist website
Embora Waldemar Bastos tenha decidido deixar o seu país no início dos anos 1980 para viver no Brasil e na Europa, tem, através da sua música, sido um grande embaixador de Angola na divulgação da cultura angolana. O seu estilo funde música popular angolana, como semba com sons de outros países de expressão portuguesa, como o samba brasileiro e os ritmos do Congo. Na Europa, ele ligou-se a músicos de outras ex-colónias Portuguesas e desenvolveu um estilo híbrido com a música Lusófona. Sempre que dá um concerto no seu país, Bastos não só enche estádios, como esgota todos os espectáculos.
Jonas Gwangwa visit artist website
Jonas Gwangwa será outro convidado Sul Africano no "Luanda International Jazz Festival". A sua presença em Angola é um regresso a casa. Gwangwa, que é o único artista Africano a ter sido nomeado duas vezes para um Oscar, viveu durante algum tempo em Angola na década de 1980, quando fugiu de seu país natal e veio para o exílio. "Estou muito apaixonado pela nossa música de dança tradicional. Eu sei que quando éramos jovens, nós também ouvíamos música americana… Mas uma coisa que não fizemos quando estávamos no exílio foi viver as raízes da nossa própria música ", diz o trombonista de 72 anos, que é um dos fundadores do departamento cultural do ANC e que liderou a organização Amandla Cultural Ensamble em 10 anos de tournée mundial. Gwangwa foi o maestro da gravação de 1965 Evening with Belafonte & Makeba que ganharia um Grammy no ano seguinte, o primeiro de um artista Africano. O trabalho com George Fenton no filme de Richard Attenborough's Cry Freedom rendeu-lhe duas nomeações aos Óscares de melhor canção original
Lura visit artist website
Lura nasceu em Lisboa em 1975, filha de pais cabo-verdianos oriundos das ilhas de Santiago e Santo Antão, é uma divulgadora activa e empenhada da música e da cultura da sua terra natal. A sua voz forte e quente conquistou fãs de todas as partes do mundo. Desde que lançou o álbum Nha Vida em 1996, Lura cresceu como cantora e artista. Em 2006 foi nomeada para melhor artista africana e artista revelação na 5ª edição da BBC Radio 3 Awards for Word Music em França. Nos últimos anos Lura viajou pelo mundo maravilhando o público em diversos Festivais: Montreal Jazz Festival, Festival de Marseille and Garden Nights Festival em Merano, em Itália. Para além de lançar 4 CDs trabalhou com músicos Angolanos como Bonga e Paulo Flores, e colaborou com colegas Cabo-verdianos como Tito Paris e Paulinho Vieira. O seu mais recente trabalho Eclipse entrou no Sunday Times Top 10 na categoria de Word Music em 2009.
George Benson visit artist website
Durante as quatro décadas continuas da carreira de George Benson, o músico sempre foi considerado como um guitarrista de jazz incoparável, um vocalista de grande escala emocional e sofisticação ou então uma combinação dos dois. No entanto ele considera-se um artista no sentindo mais amplo da palavra – um cantor de canções e um contador de contos. Está é a verdadeira essência de George Benson, canções e estórias.
De acordo ao National Endowment das Artes Master de Jazz, a longevidade da carreira de George Benson e os dez Grammy Awards que tem pontuado ao longo do caminho, é uma equação muito simples. “No final trata-se de canções e estórias. Isso é que mantém a música nova para mim. Isso é o que me traz de volta. Se trazes uma boa melodia e addicionares a letra certa, entao fico imediatamente animado.” Está animação é evidente no seu novo trabalho, Songs and Stories. O álbum é uma coleção de músicas escritas por alguns dos compositors mais prolíficos e duradores do último meio-século, incluindo James Taylor, Smokey Robinson, Lamont Dozier, Bill Withers, Donny Hathaway e muitos outros. Algumas foram escritas especificamente para está nova gravação, enquanto outras foram escolhidas a dedo por Benson pela sua capacidade de transmitir verdades simples mas universais sobre a experiência humana.
Embora ele possa realizar os gostos de Sinatra e Nat Cole em uma categoria própria, Benson está no centro de um histórial músical único que se estende por todo o caminho de volta à sua infância. Com oito anos, Benson já cantava e ja tocava o ukelele nas discotecas em Pittsburgh. Na sua adolescencia, Benson mudou de ukelele para guitarra, e parou de cantar para concentrar-se no trabalho instrumental. A sua sensibilidade musical virou-se pelo jazz devido a exposição a gravações de Wes Montgomery, Charlie Christian and Charlie Parker.
Em príncipio da década de 60, Benson juntou-se a banda de Jack McDuff’s - uma parceria educacional mas que durou por pouco tempo. Um tempo depois, deixou a banda para formar a sua própria e lançar a sua carreira a solo com o álbum de 1964, The New Boss Guitar. O album atraíu as atenções do legendário John Hammond da Columbia Records de Talentos, que o assinou a gravadora. Benson gravou dois albuns para a Columbia e desempenhou datas sessão para vários outros artistas incluindoMiles Davis em 1968.
Benson deixou a Columbia em finais da década de 60 e gravou em uma série de produtoras nos anos seguintes, até juntar-se ao produtor Tommy LiPuma e o resultado foi Breezin’, um album marcante que marcou a início de uma longa associação com a Warner Brothers. Durante o restante da década de 70 e 80, Benson e LiPuma criaram uma sequência de grandes discos que, coletivamente, cimentou a reputação global do guitarrista.
Desde o início do milênio, Benson nao mostrou sinais de abrandamento. Algumas das mais notáveis ofertas da última década inclui, Absolute Benson (2000), The Sexy and Soulful Irreplaceable (2004), and Givin’ It Up (2006), um dueto gravado com Al Jarreau that scored two Grammy Awards e marcou a sua estréia musical na Concord Records/Monster.